O culto
Entre muitos rituais atribuídos à entidade, cita-se que ninguém poderia morrer sem que a rainha do mundo dos mortos lhe cortasse o fio de cabelo que o ligava à vida. O culto de Perséfone foi muito desenvolvido na Sicília, ela presidia aos funerais. Os amigos ou parentes do morto cortavam os cabelos e os jogavam numa fogueira em honra à deusa infernal. A ela, eram imolados cães, e os gregos acreditavam que Perséfone fazia reencontrar objetos perdidos.
A rainha é representada ao lado de seu esposo, num trono de ébano, segurando um facho com fumos negros. A papoula foi-lhe dedicada por ter servido de lenitivo à sua mãe na ocasião de seu rapto. O narciso também lhe é dedicado, pois estava colhendo esta flor quando foi surpreendida e raptada por Hades. A ela também eram associadas as serpentes.
Epitetos e nome
Perséfone antes de ser raptada pro Hades se chamava Koré (Cora ou Coré em sua forma latinizada). E, outros dialetos, ela é conhecida por vários nomes: Persefassa (Περσεφάσσα), Persefatta(Περσεφάττα), Persefoneia (Περσεφονεία), Pherefafa (Φερέπαφα). Seu nome infernal significa "Aquela que destrói a luz", enquanto Koré significa "moça virgem". Em Roma ela tinha vários títulos entre os quais Juno (Hera) Inferna. Perséfone tem muitos Epitetos, entre eles estão:[7]
- Despoina, significa senhora
- Karpophoros, significa frutifera
- Ctonica, significa do submundo
- Leptynis, significa destruidora
- Megala Thea, significa grande deusa
- Prôtogonê, significa primogenita
- Sôteira, significa salvadora
- Hagne, significa sagrada
- Daeira, significa sábia
- Praxidikê, executora da justiça
- Epaine, significa temivel

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